quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

O POSTE SEM LUZ

Por Osvaldir Silva


                       Ficou claro que a política do Mantega (entenda-se Dilma),  era inoportuna, retrógrada, mas, insistiram. 
                       O populismo, por si só, é um retrocesso, o imblógrio está criado, e a situação pode ficar caótica. 
                        A contenção de ajustes na economia, pode ser um tiro no pé. Aquele marketing da devolução das contas de energia,  gerou agora,  com este  verão antecipado, maçarico totalmente aberto, um curto circuito. 



                         Mais que ausência de chuvas, os governos dos últimos vinte anos nada fizeram para melhorar a questão energética, escorregaram, empurraram com a barriga. 
                         Em qualquer empresa privada,  todos dançam, com o mínimo de suspeição. Ao contrário, nestes governos, se endeusam os pares,  como agora, em que a digníssima, "presidenta" mantém  a Graça cheia de graça, para não cair  em desgraça. 
                        Esperar as eleições na câmara e senado,  não deu muito certo. 
                        E o chefão? Se aproveita do poste sem luz, força a PTroubrás, ficar sem Graça, e somente pelo boato da saída, o dólar cai, e as ações sobem.
                        Pois, é! 

                        Quando será que teremos governos à altura de um país continente?
                        Que lute pelo povo, sem ser populista, pois destes, sabe-se, o que vai dar.

                        E o povo?
                        Bem,...esquece!

domingo, 1 de junho de 2014

Estupidrômetro.

Ser escritor é se dedicar à arte de contar histórias, por meio de palavras, contribuindo para a literatura. 
Impressas, quem lê, ouve a voz, sente as sensações, e transforma-se no próprio escritor.
 Ao "entrar dentro do livro", quem lê, tem a sensação de um orgasmo.
Pela escrita, conhece-se o mundo que ainda está por vir, vivenciamos o nosso tempo, e os de outrora.
Assim foi, que conhecemos, por exemplo, Portugal, por Fernando pessoa, a Bahia por Jorge Amado, os indígenas por José de Alencar, e o Rio de Janeiro por Machado de Assis.
E justo Machado, cronista, contista, dramaturgo, jornalista, poeta, novelista, romancista, crítico e ensaísta, e natural do próprio Rio de Janeiro, querem atingir.
Com Monteiro Lobato, ao acharem que seus textos eram racistas, quiseram tomar-lhe as obras, ficando nítido que esta turma que não tem nada a fazer, não leu outros tantos autores, que dentro da liberdade de expressão, mancharam mais que Monteiro, com o negro, o sexo e a religião, as páginas brancas de seus livros. Agora para que os que não o alcançam Machado, possam ler, suas obras serão reescritas. 
No meu período de estudante, tinha o prazer de pegar o trem, saltar na Central, e ir a pé, até a Biblioteca Nacional, ou ao Gabinete Português de Leitura, para fazer pesquisas, e mesmo que ali não fosse, em casa, ou na escola, havia sempre um dicionário ao meu lado para tirar dúvidas. 
Se o incentivo da leitura, veio dos meus pais, continuou com os professores, um dos quais me ensinou ao consultar uma palavra no dicionário, correr os olhos nas demais, nas páginas à minha frente, assimilando não somente a que procurava.
Ora, se chegaram a conclusão que os jovens, e os que não atingem o bom vernáculo, não entendem Machado, deveriam incentivar esta juventude, e os sem alfabetização plena, para fazer bom uso de uma ferramenta atual, a internet, que tira quaisquer dúvidas na hora.
No entanto, mais uma vez o Estado se mete, e torna oficial a proposta execrável de um qualquer.
Conservo pequena biblioteca em casa. A coleção “Os Pensadores”, chamou a atenção de meu genro, e fico a pensar o que faríamos para que os jovens entendessem Kant, Marx, ou Nietzsche, ou Tom Jobim, estudioso de Villas Lobos e Debussy, se reescreveria seus versos, e para os jovens entenderem, passássemos para o  funk, ou o rap?
Se pudéssemos ter uma “estupidômetro” para medir tal imbecilidade, ele explodiria.
Não restam dúvidas! O Brasil, passa por uma fase ruim, para o populismo, politicamente correta, pois, para dar certo, tudo é nivelado por baixo.
Será que Machado de Assis, só serve as elites, e baixar o nível, passa a  ser mais democrático? Não, é justamente o contrário.


Lamentável! Mais uma bolsa para o povão, como se a gratuidade do Estado fosse a solução, o que está longe de ser, já que estas ações, empobrecem a língua, e mantém o atraso cultural.



quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Pré-sal fora de época.

As vezes fico pensando o que leva certas pessoas ao poder.

A vida é curta, bastam alguns anos, em geral quando se chega aos quarenta, daí dizer-se da idade da razão, para que as conclusões venham com sabedoria, tendo-se a tranquilidade para fazer algumas interpretações, bem mais coerentes, de quando dos tempos em que tinha cabelos volumosos e pretos.

Se não consegui engolir aquela história de que o Brasil passou a auto suficiente em petróleo, como conseguir deglutir estas histórias do pré-sal? É uma realidade, mais, vamos com calma! Lucrativo, pode ser, mas, já viram a profundidade para se chegar lá?

Se o mundo se assustou com as bombas sobre  Hiroshima e Nagasaki, estudos outros faziam crer que havia uma necessidade de  mais energias que movimentassem a terra, deixando de lado as fontes naturais das águas e do sol.

Passaram-se os anos, nos meus  quinze, ouvi que o nome da vez era o urânio, mas...Ah! O Brasil, pendeu para outro mineral, o “tório”, mais, pelo fato de termos nas areias capixabas e o resto do mundo venceu. Fácil perceber  o atraso que se teve, e ter que correr para não perder o bonde.

Agora, mais um lance destes que se perpetuam no poder, pelo envolvimento da máquina estatal, e que mantendo a política da baixa educação de seu povo, presos no curral das urnas, pior das religiões, e já disse aqui, ideia de um ex-petista, professor catedrático da capital, Cristovão Buarque, a levou a um opositor e este deu andamento ao programa com o mesmo nome e ideal, “o bolsa escola”, desvirtuada por estes que só pensam no poder.

Voltemos ao pré-sal. Concretizado o leilão,  onde apenas um consórcio apareceu, de pronto, lançaram a comparação com a venda da Vale pelo FHC, e para omitirem a privatização, inventam termos,  gastam em jantares, pelo dito sucesso do leilão.

 Ora, imagine se vão admitir , em um leilão, em que só apareceu um grupo, alguém falar em privatização.
Continuam a, achar que todo o brasileiro é burro, se não foi privatização, o que terá sido?

Pior, quando citei o Tório, queria lançar outro questionamento: se o mundo hoje, refiro-me ao mundo que pensa a médio e longo prazo, afinal hoje, todo o planeta se envolve na busca de energias alternativas, sendo certo que o petróleo, um dos mais poluentes, não durará por todo o tempo, e se mais durar, coberto pela poluição, morreremos todos, qual a razão de mais um vez o descompasso?

O Brasil, acredita que achou com o pré-sal, como o Tório de cinquenta anos atrás, a galinha dos ovos de ouro, podendo dar continuidade, aos programas energéticos alternativos, num país continente, de água, sol e vento, querem pelo afã de poder, passar que o pré-sal é a saída. Populistas direcionam o investimento para salvar a  educação, como se já não tivéssemos visto este filme.

O continente, pela história iniciada com Cabral, (o Pedro), já que aqui outros estiveram, é um dos mais novos, mas, infelizmente o povo já está cansado,  tanto quanto os europeus, e a prova disso é que já estamos copiando os “black blocs”, e como não podia deixar de ser,  à  maneira mais tupiniquim possível.

Na Europa,  no final dos anos de 1960, homens e mulheres autonomistas se vestiram de preto, investindo em um processo contra a ganância e a violência da burocracia estatal.

Se aqui, se perdeu com os vinte com a ditadura oficial,  perde-se outros tantos, com esta clandestina e "burrocrata".

E não sou eu que invento, vejam que hoje estas manchetes na internet: 
“A presidente anuncia pela 2ª vez recurso para a mesma obra em Curitiba”.          " Bolsa  família vai existir enquanto houver uma família pobre no país"        



 
Pasmem! Pobre país!

O certo é, que já não estamos  correndo atrás do bonde, já o perdemos. 




sábado, 14 de setembro de 2013

A Justiça é cega, mas, o Juiz não pode ser!

Falar mal do executivo é ruim, do legislativo é pior, e do judiciário, em particular do STF, é um problema muito mais sério.

Nesta quinta 12 de setembro, dois ministros ficaram claramente, ao final da seção, estendendo seus comentários, com o fito principal de deixar o voto de minerva para a semana que vem, em razão do plenário estar empatado em cinco votos.

O julgamento da ação 470, desde seu início, mostrou-se dividido, e isto, em parte, é bom para um órgão colegiado.

O que parece ilógico, e se faz agora bem mais perceptível, é que dois grupos distintos, com raríssimas exceções, segue o revisor  e outro o relator.

Debruçou-se a fundo na questão o relator da ação proposta pelo MP, mostrou a nação que os crimes do colarinho branco não poderiam ficar impunes, que a prisão não seria mais apenas para negros, humildes, e os sem dinheiro.

Agora, o empate fará o decano da Corte, ministro Celso de Mello, que como  os demais, é  defensor ao amplo direito de defesa,  decidir o que é melhor, se para os réus, se para o país.
O ministro Celso, sempre pautou seus votos e apartes, mostrando-se exímio mediador dos conflitos, sobremodo entre relator e revisor.

Não há dúvida que a nação, por diversas vezes, no decorrer do julgamento, ficou perplexa com alguns pareceres de ministros, mas, ficou como dissensões peculiares  próprias de um colegiado.

Destarte exemplos claros, como na última seção, em que o ministro Tófolli, mencionava artigos de um dos Códigos para validar os embargos infringentes, e o Presidente, em aparte afirmando que o STF julga pela Constituição, aquele, com a cara de pau que lhe é peculiar, continuou a dar o seu voto, em total incongruência, para não dizer incapacidade.

No decorrer de todo o julgamento, em alguns momentos a ministra Carmem Lúcia, que é Presidente do TSE, pareceu ter se deixado pender pelos que seguiram o revisor, mas, louve-se nesta oportunidade dar seu voto de maneira clara e insofismável, acrescentando que não julgava os réus e sim a questão de ser ou não válido para o STF os embargos infringentes, o que não era o caso, segundo ela.

Ficou patente o esforço de alguns ministros em defender os réus de um dos mais sórdidos assaltos a nação, pois, entendo que além de desvios dos cofres públicos, a quadrilha utilizava-os para comprar caráter, se é que caráter tem admissibilidade de compra, e com isto, por pouco não derrubam uma democracia que tanto lutamos para tê-la, se bem que o que se percebe, é um arremedo de democracia,  ditatorial, data vênia, para usar o jargão jurídico, dos que pensam diferente.

Se apegam os que defendem os réus na expectativa do voto de minerva do ministro Celso de Mello, ser favorável a admissibilidade dos votos infringentes, face em 2 de agosto de 2012 ter dito: "vincula a possibilidade de impugnação de decisões do plenário do STF, não apenas em embargos de declaração mas também embargos infringentes do julgado, que se qualificam como recurso ordinário na medida em que permitem a rediscussão de matéria de fato e a reavaliação da própria prova penal."

Há os que entendem que sendo o STF o órgão máximo da justiça do país, ou seja, além dele, não há quem tenha poderes para derrubar o transitado em julgado.

O ministro Marco Aurélio, chamou de novato, e realmente o é, um dos ministros recém indicado. Bom que se frize, que todos são indicados pelo presidente da nação, e lógico, devem seguir as leis, e não quem os indicou, mas, este mesmo Juiz, quando da  ação contra o Collor, até por ter parentesco ficou em cima do muro, favorecendo o ex-presidente.

Se colegiado é assim mesmo, chega a ser vergonhoso, parece feira, quando o vendedor  cobra pela cara do freguês,  mesmo aos leigos, certas interpretações dos ministros como Tófoli e do Lewandowsky e até da Rosa Weber, 
e nesta última seção, alguém comentou, que se a ministra tivesse que votar após o voto do ministro Gilmar Mendes, quiçá não teria coragem de seguir o ministro Barroso, o qual do próprio plenário teceu elogios a um dos réus. 

As palavras inflamadas do ministro Gilmar Mendes,  ecoou por toda a nação, e o que se viu foram cabeças baixas no plenário, e tal indignação já se notara nas palavras do ministro Celso de Melo quando do julgamento da formação de quadrilha.

Ambos, enfatizaram que a nação espera do órgão máximo da justiça a mudança para com a impunidade.

Prudente talvez, o colegiado, remeter o voto do decano para a semana seguinte, para que ele repense, pois, se  ele admitiu os votos infringentes anteriormente, agora com mais dois juízes que não julgaram à época, fica claro, que estes somarão a favor, como ficou claro, e a nação poderá vir a sofre um grande golpe, qual seja, dos acusados de envolvimento no esquema de compra de votos, de quadrilha, terem suas penas diminuidas.

Tal fato chamou a atenção, que ministros fizeram analogia à pena imposta ao deputado Donadom, que meteu a mão em oito milhões enquanto  os mensaleiros em mais de cem milhões.

Vale ressaltar, que  a crítica mais contundente da primeira fase do julgamento  ao invés de elogio, como agora ao Genuíno pelo ministro novato, o decano Celso de Melo,  apontou José Dirceu  como o chefe da quadrilha. trincando os dentes, boca alitosa e disse em alto e bom som:  "Nada mais ofensivo e transgressor à paz pública do que a formação de quadrilha no núcleo mais íntimo e elevado de um dos Poderes da República com o objetivo de obter, mediante perpetração de outros crimes, o domínio do aparelho de Estado e a submissão inconstitucional do Parlamento aos desígnios criminosos de um grupo que desejava controlar o poder, quaisquer que fossem os meios utilizados, ainda que vulneradores da própria legislação criminal".

O resultado disto tudo, talvez venha a ser retificada a tese de que este não é um país sério.

Vamos aguardar!

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

O Petróleo já não é nosso!

Não tem jeito! Volto a escrever sobre um assunto político.

Não seria tão político, caso o governo há sete anos atrás, não viesse com  aquela história de que a Petrobrás alcançara a auto-suficiência, usando a partir daí a estatal como garota propaganda.

Já disse aqui no Blog, que goverrnos populistas tendem a deixar o país que governam de cabeça pro ar, quando deixam o governo, e aqui deixaram o pepino para seus pares.

Como que a Petrobrás produz cada vez menos, apesar de encontrar cada vez mais jazidas?

O povo está se lixando para saber a razão, coitado, mas, sofrerá as consequências destas medidas oriundas de má gestões.

Será que se lembram do acordo do Lulla com o Chavez, em que a Petrobrás desembolsou R$ 5 bilhões para ser parceira da PDVSA, estatal venezuelana? 

Talvez se lembrem, mas, podem não saber que enquanto àquela estatal nada desembolsou, a Petrobrás já desembolsou R$35 bilhões.

Já o PT procura manter na memória do povo, e não se cansam de lembrar a privatização da Vale por FHC.

Será que o povo ficou sabendo os absurdos que estes PTroleiros fizeram com a Petrobrás, para que agora ela já não seja a robusta empresa quando assumiram?

Se aquele exemplo da Venezuela não bastasse, em 2006 uma falida refinaria no Texas adquirida por US$ 42 milhões, e que  meses depois a revenderam por US$ 1,2 bilhão, adivinhem quem a comprou?  

Acertou quem disse Petrobrás. 

Mas, não ficou por aí, depois, verificando que tinham feito um péssimo negócio, tentaram revendê-la por um preço bem aquém, não fosse a intervenção do TCU, teriam aumentado ainda mais o rombo. Pasmem!

Enfim, o pepino caiu no colo da Presidenta, que é barbara na seleção de seus ministros. 

Me aponte um nominalmente  e seu ministério?

A perda da Petrobrás é grande, e em progressão geométrica. 

A saída é a privatização daquela que era nossa maior e melhor  empresa estatal, que este governo de ideologias, que nem eles sabem quais são.

Acabaram com os correios, agora como dizer que o petróleo é nosso!

Há que se ser  patriota, e muito!

Permitam-me o trocadilho com ministro homônimo que ora caiu; em razão de um dos maiores micos da história do Itamaraty e de um governo, onde ninguém sabe, ninguém viu!



quarta-feira, 17 de julho de 2013

ACORDA BRASIL!

É impressionante a cara de pau dos líderes PTistas.
Antes, quando oposição eram contra tudo, no poder , tentam corromper,  com dinheiro, e com palavras, enganando o povo, com aquelas que o povo gostaria de ouvir, mas, sem cumpri-las, se fazem de coitadinhos, empurrando à outrem, questões que estão sob seu comando.
O câncer da nação, e poderia até escrever danação, é desde os tempos da ditadura um outro farsante: Sarney, por sinal, tendo um povo desmemoriado, esquecem-se que foi ele quem Lulla chamou, para encobrir o rombo, que fez do filho pobre, o Lullinha, um homem rico. Se não lembram deste, que dirá do caso, em que a filha Roseana envolveu-se num golpe com o marido e ele, Sarney, saiu pela tangente. Até bem pouco  dizia que o povo “gostava da inflação alta”.   Valha-nos Deus!
E por citar a inflação, os que têm o mínimo de senso matemático financeiro, lembramos que FHC foi Ministro da Fazenda do presidente Itamar Franco, que tirou o país daqueles 86% ao mês, e quando presidente FHC teve em Pedro Malan, como Ministro da Fazenda. O Brasil iniciou deste Itamar uma semeadura que apesar da situação de intimidação que o PT  o marketing fez do Lulla, o  Lullinha Paz e Amor e na Fazenda Antonio Palocci manteve a linha do Pedro Malan e  para o

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Mamata burra


Em termos sonoros, o título parece ser de um dialeto africano, mas não, tem tudo a ver com a famigerada política instituída neste país, pelo grupo que se apoderou do poder e não quer largar o osso.
Agem como se fôssemos um país de primeiro mundo, quando longe estamos de alcançar tal padrão, sequer temos como comparar com os países do BRICS, já motivo de um dos nossos comentários.
Agora estão dizendo que a nossa presidenta (matam a língua pátria), não aguentará a oposição caso retorne a inflação.
Ora, ela já está aí! Ou eles pensavam que o trabalho de uma equipe competente do governo FHC, nas mãos da atual teria como mantê-la à níveis aceitáveis.
Haja burrice do povão que aceita, também pudera, sem estudo, o blá, blá, blá, de outro que também