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quinta-feira, 5 de setembro de 2019

Independência ou Morte


Perguntam-me sempre a razão de postar coisas deste governo, nas rede sociais e respondo,  que não as faço, compartilho quando acredito serem verídicas e favoráveis ao Brasil.
E respondo quando comentam de como avalio as postagens, que não sou crítico, mas, tem o sentido único de despertar o povo, afinal, ficamos vinte anos para a partir do mensalão, saber que fomos roubados, todo o tempo, o tempo todo.
- "Ah! A maioria das acusações, são por delação premiada".
Não resta dúvida, digo eu.
Mas, você melhorou de vida? Ou como eu patinou, todo o tempo sobre o gelo?
Quem faz as leis, olhou primeiro para você ou foi lobista, olhando para os próprios bolsos?
Foi assim que fiz esta, e depois de ler minhas mensagens antigas, neste blog sobre política. Pude ver que a maioria delas foram acertadas, postadas aqui antes dos desastres que ocorreram, inclusive o "impeachment".
Mas, insistem e me perguntam se gosto do Presidente.
Digo que, não é uma questão de gostar, e afirmo que, sem conhecê-lo, votei por opção.
Afinal, como querer saber se vai dar certo?
Na minha visão e de muitos, o país tem seus piores quadros no legislativo e judiciário, como querer um executivo forte?
A independência passa pelo povo, abrindo os olhos, acordar, pois a morte está nas mãos de uma justiça, que age em razão de quem paga mais.
E até nisto se justifica, quanto ao Presidente, mirando com um um ponto de interrogação.
O principal motivo do meu voto: o combate a corrupção.
Quanto a suas falas, (do Presidente), coloco exclamações, mais não tenho memória fraca, ou vivo de esquerda ou direita, sem ideologias, mas, sei muito bem, qual foi o presidente que mais mentiu, e o que mais enrolou.
É isto, e ponto.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Que tipo de filme estamos (vi) vendo?




Dezembro chegou, e como gostaria de colocar coisas, que não da política, até pelo fato de nestes dias, procuramos refazer, ao menos na mente, uma análise de erros e acertos, para cura de nossas almas, de algum distúrbio deixado no percurso,  que parece a cada ano, ter menos dias.

Mas, não dá! Quando já disse aqui que  iniciam o ano projetando uma inflação lá embaixo e um PIB lá em cima, e a cada mês a inflação sobe e o PIB cai. Ridículo!

Senão menos que a massa de aposentados falidos,  atraídos pela propaganda enganosa, do próprio governo, para que contraiam empréstimos consignados, e os jovens a se endividar no meu carro zero minha vida; minha casa que nada!


Que governo é este, que confunde governo com partido, e que não entendem a razão do Ministro da Justiça, deixar a Polícia Federal agir sem a sua autorização, e divulgar mais um escândalo do próprio governo?

Como pode um Ministro da Fazenda se dizer surpreso com os números, há ou não manipulação, assim entendemos, se já nos tempos daquela inflação estratosférica,  o governo manipulava, que dirá agora!

Propalam um ambiente saudável  diante da crise, e não se dão conta de que estão no meio dela, e  justamente por não saberem enfrentá-la, criam medidas “pontuais”, palavra em voga, e o empresariado, desconfiado, se pergunta: dá para acreditar?

Um governo que  (as)sentou-se em base estrutural montada pelo antecessor com controle da inflação, equilíbrio fiscal e superávit primário, e que teve a cara de pau de dizer que não fez nada, o governo andava por si só, aliás nada via!

Ora, ainda que  aquela estrutura se mantivesse, no atual, a inflação está acima da meta, e já não é de agora;  e pela não realização do superávit primário, torna  vulnerável o equilíbrio fiscal, e  não será com métodos arrogantes, ou enganadores que se chegará a lugar algum.

Que pena! Perdemos tempo!

Dão ênfase, para colherem frutos, dos vinte anos de ditadura e agora, perdemos outros vinte com a ditadura  pelo voto, ou não?

Não gostaria de rever aquele filme, mas, não sei ao certo que tipo de filme estamos vendo.

Com certeza por força do STF, já não se investirá em películas tipo "Ali Babá e os 40 ladrões", “Relaxe e goza”;  ou musical, “Sambada ridícula, em plenário”;  se bem que ainda editam  o tipo bang bang: “Melhor morrer que ir para o presídio."

Certo mesmo é que pela continuidade de histórias de romance e desafios, ou dos que nos intrigam e nos deixam nervosos, depreende-se que ainda continuaremos vi - vendo dramas e  suspenses, como o drama da educação,  mais uma vez entre 40 países, somos o penúltimo no ranking em qualidade da educação. 

Só nos resta  manter  a fé!  

Comecemos  a repensar,  mesmo que simbólica, que data  é representativa do 25 de dezembro.

E que Ele ilumine os que governam, e que o povo saiba escolher e assistir a bons filmes no próximo ano.

Feliz Natal!


Um Ano de Paz e Amor.

domingo, 30 de setembro de 2012

Ué?


Não foi a oposição que cognominou de mensalão, mas, se disse traída, que nada sabia, e depois, bom, pede desculpas à nação.
- Ué? Se pediu, houve, ou não?
Para fixar nos ouvidos da nação que o mensalão foi algo que nunca existiu, diz que foi utilização de caixa 2. 
- Ué? Caixa 2, com dinheiro público, pode? Danação!
A mídia, grande credora do governo. repassa entrevista gravada em Paris, quando diz ser coisa da direita para derrubar o primeiro presidente operário.
- Ué? Então existiu o mensalão?
E aí tenta coagir um Juiz do STF.
- Ué? Vale tudo?

Com os resultados do julgamento,  diz que  se o julgamento existe, foi em face de que nunca na história deste país ninguém, combateu a corrupção como nos oito anos de governo.
- Ué?  Rhor! Rhor! Rhor!

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Impunidade nunca mais!


Se no Congresso Nacional houve poucas condenações, neste início o Supremo Tribunal Federal,  parece querer dar uma guinada, será.
É fato que seria difícil o STF admitir que não houve nada. Tentaram incutir na opinião pública, quando um partido investe sessenta milhões entre o final de 2002 e o primeiro semestre de 2005, e o faz para dividir tal cifra, entre o partido e os partidos aliados.

Observo mais que isto, calou estudantes, sindicatos, funcionários públicos, até aposentados, pelas benesses, que no governo anterior.

Para conter a inflação, não tiveram, e agora, mesmo vindo da mesma linhagem, o executivo ao tentar conter os gastos públicos,  vê o retorno das greves.
E lembrar que a estrutura corrupta montada no governo Collor, bem menor,  o levou ao impeachment!
Se o nome, ou melhor o codinome, foi ou não propício,  a repetição de que o mensalão não existiu, caiu por terra, como também a tentativa de passar que foi pura aplicação do caixa dois, utilizando, claro, na nossa legislação, por não ser crime, e vai se esvaindo, nas águas da lavagem de dinheiro.    
Sem dúvida, nunca na história deste país, se teve  uma das páginas mais negras da república.
Ainda que inicialmente as sanções da CPMI  gerou poucas sanções, agora  patronos  dos réus estão assustados, com o que se dá no STF.
Ora, os documentos colhidos pela CPMI, as perícias, laudos anexados, e não foi a análise de um só procurador, foram três, até chegar às mãos do relator, um Juiz de boa estirpe mas, que ora se aposenta, se convencer que a dose da pena não pode ser branda como esperavam, se é que esperavam, pois, ainda que graves, quiçá acreditavam em unanimidades, e elas aconteceram, daí, apesar de estar no primeiro terço do caminho processual, termos o alento de que algo irá mudar a partir deste marco.
Será que deixaremos, a partir de então, de ser o país  da impunidade?
Mais que nunca fica provado que o poder em si não corrompe, ele faz as pessoas se revelarem.



segunda-feira, 2 de julho de 2012

Vanguarda



Na mídia mais uma estatística, (colei abaixo), para a qual não teria dado importância, não por desconfiar delas, mas, por me fazer voltar no tempo, em que os olhos de  menino, via o pai cuidar da plantação de laranjas, tendo um dia perguntado o que era ser um milionário, e ele me respondeu que era os que atingiam um milhão de cruzeiros.
Temi por ele querer saber a razão da pergunta, mas, continuou a sua tarefa.
A razão seria vê-lo acordar antes do sol, e num país essencialmente agrícola, não entender a razão de trabalhar dia e noite, em mais dois empregos para sustentar a família.
O dólar como parâmetro,  hoje milionários teriam que atingir dois milhões de reais, livres, sem inclusão de bens móveis ou imóveis.
Se nossa moeda mudou várias vezes de nome, as laranjas continuaram as mesmas frutas cítricas, femininas, que  com as mãos acariciávamos para chupá-las até no pé;